wpjr2’s Weblog

Artigos e tutoriais úteis

Arquivo para Maio 26th, 2008

AWT/Swing

Escrito por wpjr2 em Maio 26, 2008

Segue abaixo alguns links úteis relacionados às bibliotecas AWT e Swing para o desenvolvimento de aplicações utilizando interfaces gráficas de usuário no desktop:

http://java.sun.com/docs/books/tutorial/ui/index.html
http://www.apl.jhu.edu/~hall/java/Swing-Tutorial/
http://java.sun.com/docs/books/tutorial/uiswing/
http://java.sun.com/docs/books/tutorial/ui/features/components.html

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Resumo das Certificações Java

Escrito por wpjr2 em Maio 26, 2008

Conforme prometido na útima aula (e primeira) do curso de Desemvolvimento de Aplicações Web com JSP e Apache Struts, coloquei no Google Groups do curso a planilha do Excel contendo o resumo das certificações Java. Para cada prova, pode-se encontrar as seguintes informações (de forma resumida):

  • Pré-requisitos
  • Tipo de Prova
  • Número de Questões
  • Nota Mínima
  • Tempo (Min.)
  • Valor (US$)
  • Versão

certificacoes.xls

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Core J2EE Patterns: Índice de Padrões

Escrito por wpjr2 em Maio 26, 2008

A própria Sun possui um catálogo de padrões de projeto muito utilizados em projetos de desenvolvimento de sistemas Web em JavaEE. Este catálogo apresenta cada um destes padrões, com exemplos de código, estrutura em UML, dentre outras informações.

Link da página

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Apache Struts - Introdução

Escrito por wpjr2 em Maio 26, 2008

por Marcelo Ribeiro Costa
extraído do site: http://www.portaljava.com.brIntrodução

Introdução

O Struts é um framework open-source do projeto Jakarta que auxilia a construção de aplicações para a Web. Ele é construído em Java, e seu coração consiste numa camada de controle flexível baseada nas tecnologias Java Servlets, JavaBeans, ResourceBundles e XML.

O Struts favorece o desenvolvimento de aplicações seguindo o paradigma MVC (Model-View-Controller). O Struts fornece um componente Controller e se integra a outras tecnologias para oferecer suporte aos componentes Model (como JDBC, EJB’s, etc.), e View (como JSP, XSLT, etc.).

2. O Design Pattern MVC

No design pattern MVC, o fluxo da aplicação é mediado por um controlador central (Controller). O controlador delega requisições para um tratadores apropriados, que estão localizados no modelo (Model), que representa a lógica de negócio e o estado da aplicação. A requisição então é respondida, através do controlador, e apresentada na visão (View), da maneira adequada. No Struts, essas respostas são orientadas através de mapeamentos, que são carregados através de um arquivo de configuração (struts-config.xml). Isso faz com que não haja dependência entre a visão e o modelo, que auxilia na criação e na manutenção da aplicação.

3. Instalação

A versão do Struts mais utilizada é a versão 1.1, que ainda se encontra em versão beta. Apesar de ainda não estar completamente finalizada, é uma versão estável e que deve sofrer poucas alterações. Para que nossos exemplos funcionem adequadamente, utilizaremos essa versão. Será então necessário fazer o download do arquivo jakarta-struts-1.1-b3.zip no site do Jakarta Struts (http://jakarta.apache.org/struts), e descompactá-lo no computador. O pacote vem com as bibliotecas necessárias para a utilização do framework e alguns exemplos.

4. Componentes do Struts

1. Componentes Model

Os componentes Model englobam dois conceitos: a lógica de negócio da aplicação e seu estado. As tecnologias utilizadas nessa camada, são JavaBeans, e freqüentemente, Enterprise JavaBeans e JDBC.

Através destas tecnologias, deverá ser construída a lógica de negócio da aplicação.

2. Componentes View

Os componentes View representam a visão da aplicação, ou seja, a maneira como o sistema interage com o usuário. A tecnologia mais comumente utilizada nessa camada é Java Server Pages.

Nessa camada, o Struts oferece suporte a dois importantes aspectos: internacionalização e construção de interfaces JSP através de custom tag’s.

Para permitir a internacionalização, é necessário que se crie, sob o diretório WEB-INF/resources da aplicação, um arquivo chamado ApplicationResources.properties, que conterá mensagens para a linguagem padrão do seu servidor. As mensagens são colocadas nos arquivos através de strings simples, como:

app.cliente.nome=Nome do cliente

Para possibilitar que se crie mensagens em outras linguagens, é necessário criar o arquivo ApplicationResources_xxx.properties, onde xxx será o nome ISO da linguagem a ser utilizada.

Outro importante recurso é a disponibilidade de custom tag’s do Struts, que permitirá, além da utilização dos arquivos de internacionalização, uma série de funcionalidades, que, na grande maioria dos casos, dispensará a utilização de código Java dentro da página (aliás, esse é um dos objetivos da arquitetura MVC, pois o fluxo de controle e lógica de negócio da aplicação não devem estar na camada de visão). Além disso, a extensibilidade de Java permite que o próprio desenvolvedor crie suas próprias custom tag’s, que, aliás, é uma tarefa bastante simples.

As custom tag’s do Struts são divididas em cinco bibliotecas:

· html: permite a criação e manipulação integrada de formulários HTML com o Struts;

· logic: permite a criação de estruturas de condição e repetição, além da administração do fluxo da aplicação;

· bean: permite a criação e manipulação de JavaBeans dentro da página;

· nested: permite a definição de modelos de objetos aninhados e a capacidade de representá-los e administrá-los;

· template: permite a criação de modelos dinâmicos de páginas JSP que compartilham de um formato comum.

3. Componentes Controller

Os componentes Controller são responsáveis pelo fluxo da aplicação. O principal componente Controller do Struts é a ActionServet, que é uma extensão de Servlet, exercendo o papel de controlador principal da aplicação. Sua principal função é fazer o mapeamento das requisições do servidor.

Para isso, é necessário criar um arquivo de configuração, denominado struts-config.xml, que é usado para mapear a navegação da aplicação. Depois disso, deverão ser criadas as classes Action (que são extensões da classe Action do Struts), que conterão as ações a serem executadas a cada requisição. O objetivo da classe Action é processar a requisição e retornar um objeto da classe ActionForward que identifica para qual componente de visão (normalmente uma página JSP) será gerada a resposta. As classes Action são compostas de um único método, com a assinatura public ActionForward execute(ActionMapping mapping, ActionForm form, HttpServletRequest request, HttpServletResponse response) throws IOException, ServletException, que será invocado quando a ActionServlet receber a requisição e processá-la.

O Ainda na camada controller, Struts oferece para os chamados ActionForm beans, ou, mais comumente chamados, form-beans. Form-beans são classes Java que estendem ActionForm e se integram a um formulário de entrada de dados em sua aplicação. O conceito dos form-beans é simples: são JavaBeans que contém uma propriedade para cada campo de seus formulários HTML, com seus respectivos métodos getters e setters. Os form-beans não implementam qualquer método, exceto reset e validate, servindo para limpar o conteúdo do formulário e validar seus dados, respectivamente.

5. Configuração

Antes de utilizar o Struts, é necessário configurar seu ambiente para que ele saiba como mapear todas as requisições através de uma determinada extensão de arquivo para a ActionServet do Struts. Isso deverá estar no arquivo web.xml, que fica abaixo do diretório WEB-INF de sua aplicação.

O próximo passo é configurar o arquivo fundamental do Struts, o struts-config.xml. Enquanto o arquivo web.xml define aonde a requisição deve chegar, o struts- config.xml determina exatamente o que vai acontecer com ela. Nada acontece sem sua permissão ou seu conhecimento: é onde os mapeamentos são definidos. Toda a navegação da aplicação está definida nesse arquivo, o que é uma grande vantagem, pois a mantém modularizada e de fácil manutenção. Todo esse arquivo é lido na inicialização do servidor e armazenado na memória, por questões de performance.

Além disso, é necessário que se tenha todos os arquivos .jar necessários à aplicação abaixo do diretório WEB-INF/lib, e todos os descritores de custom-tag’s abaixo do diretório WEB-INF.

6. Criando uma aplicação exemplo com o Struts

O primeiro passo será criar a estrutura padrão para aplicativos WEB utilizando Servlets, contendo uma pasta WEB-INF, onde será colocado o arquivo web.xml.

No diretório WEB-INF, deverão ser colocados os descritores de custom tag’s do Struts (arquivos .tld).

Depois disso, devemos criar o diretório WEB-INF/classes, onde serão colocados os arquivos .class, dentro de seus determinados pacotes, e o diretório WEB-INF/lib, onde serão colocados os arquivos .jar do Struts.

Após as configurações acima, pode-se criar as ações, os forms e os documentos JSPs da aplicação que se deseja desenvolver, configurando-os no arquivo struts-config.xml.

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